De verdade, é assustador como o sol de lá vai me deixando com facilidade. ele vai se imantando a uma outra vida de sentimentos e fazendo parte de maneira meramente ilustrativa de uma outra memória agora presente – na qual se vive a cidade de hoje, as vozes de hoje, esse ritmo outro. Os defeitos que encontro debaixo daquele sol, dentro daquela quentura, vão se tornando menores, tão mínimos que eu deseje estar lá e não cercada deste escuro dilúvio. Infelizmente, para mim, que também vim morar na estação da luz, nela meu coração acontece.